Moura Dubeux dobra vendas líquidas no 3T24, batendo a marca de R$ 1 bilhão

Moura Dubeux alcança R$ 1,1 bilhão em VGV no terceiro trimestre, com crescimento significativo de 242,8% em relação ao ano anterior
Moura Dubeux registra crescimento expressivo de 242,8% no VGV no 3º trimestre de 2024, somando R$ 1,1 bilhão em lançamentos e destacando-se no regime de condomínio fechado.
Moura Dubeux dobra vendas líquidas no 3T24, batendo a marca de R$ 1 bilhão

Matéria com informações de ImóvelTimes e Valor Econômico – A incorporadora Moura Dubeux, que atua no Nordeste, alcançou R$ 1,1 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV) no terceiro trimestre de 2024, um aumento de 242,8% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 104,4% comparado ao segundo trimestre. Os lançamentos envolveram quatro novos projetos, localizados no Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia e Pernambuco.

As vendas e adesões líquidas da companhia totalizaram R$ 1 bilhão no trimestre, representando um crescimento de 146,2% em um ano. A Moura Dubeux destaca sua atuação com o regime de condomínio fechado, onde os clientes pagam sua cota integralmente até o término das obras. Neste período, 80% das vendas foram realizadas nesse sistema.

No acumulado de julho a setembro, a empresa lançou quatro projetos que somaram um VGV líquido de R$ 1,1 bilhão, elevando o total anual para R$ 2 bilhões com 11 empreendimentos. A Moura Dubeux também reportou distratos no valor de R$ 75 milhões, representando 6,9% das vendas brutas no trimestre.

O Índice VSO Líquido da companhia, que mede a relação entre vendas e oferta, chegou a 31,9%, um avanço significativo de 13 pontos percentuais em comparação ao 3T23. Nos últimos 12 meses, o VSO foi de 52,8%, um aumento de 7,9 pontos percentuais comparado ao mesmo período do ano anterior.

A empresa também adquiriu cinco novos terrenos no 3T24, elevando seu banco de terrenos para 58 unidades, com um VGV bruto potencial de R$ 9,3 bilhões. Olhando para o mercado, a Moura Dubeux destacou a continuidade do “pleno emprego”, além da crescente demanda por imóveis, mesmo com a alta das taxas de juros e inflação.

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